quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Destaques da reunião do CONSUN de 30/12/2009

A última reunião do Conselho Universitário da UFPel aprovou a proposta do Reitor de retorno das 40 horas semanais. A decisão não foi unânime. A aprovação ocorreu com o apoio de diretores de unidades e pró-reitores, os conhecidos cargos de confiança. Entre seis e sete se abstiveram, enquanto cinco representantes dos técnico-administrativos votaram contrários à proposta.

A justificativa do presidente do Conselho foi a de que com a demissão dos funcionários das Fundações, seria inviável, a partir de março, o funcionamento da universidade com as 30 horas semanais. Foram 38 votos favoráveis à alteração da jornada. O Conselho é formado por 60 membros, entre eles sete técnicos administrativos, e sete estudantes.

Já o outro assunto da pauta, ficou para a próxima reunião que deve ocorrer em março. O Programa Avaliação de Desempenho foi retirado de pauta. O sentimento que ficou, relata a representante dos técnicos-administrativos, Mara Lucia Vasconcelos da Costa, foi de que não existe a vontade dos professores de serem avaliados. Pela proposta, a avaliação se resumiria a detentores de cargos ou técnicos. Os professores ficariam de fora da avaliação.

A nova jornada de trabalho, com carga horária de 40h semanais para os técnico-administrativos já oficializada através da PORTARIA Nº 1.697 e vigora a partir do dia 7 de março.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sugestão

Recebemos por email duas sugestões de blogs que parecem bem interessantes:
http://guebala.blogspot.com
http://terradeandrea.blogspot.com
Vale a pena dar uma boa olhada!

O campus Porto e suas obras

As obras executadas no Campus Porto tem provocado muito desconforto e ambiente insalubre a grande número de servidores. A difícil rotina no novo Campus contrasta com a propaganda oficial da Reitoria, que ignora, em muitos momentos a realidade. Desde o início das obras, funcionários e estudantes convivem diariamente com barulho, poeira e frequentemente com a falta de água.
Situação difícil de conviver, relatam servidores que pedem para não divulgar seus nomes. “A poeira e o barulho são o que mais atrapalha. Há períodos do dia em que máquinas betoneiras e furadeiras provocam som ensurdecedor. Outro problema é a falta d’água que impede a utilização de banheiros”.
Funcionários da Pró-Reitoria de Extensão e do Protocolo encaminharam documento ao Centro de Segurança e Higiene solicitando uma avaliação sobre a possibilidade de concessão de insalubridade, mas o documento foi devolvido e requerido uma justificativa detalhada dos problemas.
Novo documento contendo as exigências deve ser encaminhado pelos servidores. Enquanto isso persiste o problema, e com uma grande interrogação, pois as obras não tem prazo estimado para conclusão.